Áreas de Intervenção

Serviços

Limpeza Urbana

A Atividade de limpeza dos espaços públicos é uma competência da Câmara Municipal de Odivelas, encontrando-se parte dessa Atividade descentralizada nas Juntas de Freguesia, por força do Protocolo de Delegação de Competências. Assim, as Juntas de Freguesia do Concelho de Odivelas têm, no domínio da limpeza dos espaços públicos, as seguintes competências:

Limpeza manual:

  • Limpeza das vias e espaços públicos - varredura e lavagem das vias e espaços públicos, incluindo limpeza de valetas, sarjetas, sumidouros, bermas e caminhos da área urbana da freguesia;
  • Manutenção de papeleiras, corte de mato e ervas e monda química
  • Remoção de cartazes e outra publicidade indevidamente colocada

Nesta área são competências da Câmara:

  • Desmatação Mecânica
  • Lavagem mecânica
  • Varredura mecânica
  • Limpezas extraordinárias

Regulamento Municipal de Resíduos Sólidos, Higiene e Limpeza dos Espaços Públicos


A sua ajuda é fundamental. Caso detete deficiências no serviço de limpeza urbana, envie-nos um e-mail para: geral@cm-odivelas.pt, onde conste os seguintes dados:

  • Nome
  • Contactos
  • Tipo de intervenção (ex.: Papeleiras por despejar ou a necessitar de lavagem; Corte de vegetação; Varrição ou lavagem de rua; etc.)
  • Morada da intervenção

Desinfestações

No âmbito do controlo de focos de insalubridade relacionados com espécies animais infestantes, são efetuadas desinfestações nas escolas do 1ª ciclo do ensino básico e jardins de infância da rede pública, esgotos, mercados municipais e via pública.

Estas campanhas de desinfestação decorrem ao longo do ano, podendo ser repetidas caso não tenham sido eficazes.


Ajude-nos a melhorar este serviço. Caso detete alguma infestação, envie-nos um e-mail para: geral@cm-odivelas.pt, onde conste os seguintes dados:

  • Nome
  • Contactos
  • Tipo de infestação (ex.: Ratos; Baratas; Formigas; Carraças; etc.)
  • Morada da intervenção

Ruido

Procedimento de Consulta Pública da Proposta de Plano de Ação para o Ruído de Odivelas

No seguimento da elaboração dos Mapas Estratégicos de Ruído de Odivelas, concluídos em setembro de 2015 e aprovados na 5.ª Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal realizada em 7 de abril 2016, foi elaborada a proposta do correspondente Plano de Ação (PA) para o Ruído, dando-se cumprimento ao definido no artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 146/2006 de 31 de julho, que estabelece a obrigatoriedade de elaboração destes planos para as aglomerações de maior expressão populacional. Por constituir uma aglomeração com mais de 100 000 habitantes e com uma densidade populacional superior a 2500 habitantes/Km2, o município de Odivelas encontra-se sujeito à elaboração do PA.

O PA tem como objetivo reduzir os níveis de ruído nos aglomerados populacionais e, desta forma, reduzir a incomodidade das populações e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Este Plano servirá a gestão de ruído a vigorar no Município de Odivelas por um período de cinco anos e incluirá procedimentos, dispositivos e soluções para a gestão sustentável do ruído, sua redução e prevenção, salientando-se, neste âmbito, a preservação de áreas com boa qualidade acústica e/ou o desenvolvimento e estabelecimento de zonas tranquilas.

Neste contexto, a Câmara Municipal de Odivelas, na 5.ª Reunião Ordinária de 08 de março de 2017, deliberou, por maioria, aprovar a proposta do procedimento de consulta pública do projeto de PA para o Ruído, nos termos do artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 146/2006 de janeiro.

A Câmara Municipal de Odivelas, na 5.ª Reunião Ordinária de 08 de março de 2017, deliberou, por maioria, aprovar a proposta do procedimento de consulta pública a Proposta de Plano de Plano de Ação para o Ruído de Odivelas, nos termos do artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 146/2006 de janeiro.

A abertura do período de Consulta Pública teve início a 28 de março, com a publicação do Aviso em órgão de comunicação social e decorrerá até 12 de maio de 2017.

O projeto de plano e uma síntese que destaca os seus elementos essenciais, podem ser consultados em www.cm-odivelas.pt ou nos locais a seguir identificados:

  • Divisão de Gestão Ambiental [Avenida Amália Rodrigues, n.º 27, 3.º, Urbanização da Ribeirada, 2675-624 Odivelas];
  • Departamento de Gestão e Ordenamento Urbanístico [Avenida Amália Rodrigues, n.º 20-A, Urbanização da Ribeirada, 2675-624 Odivelas]
  • Paços do Concelho - Quinta da Memória [Rua Guilherme Gomes Fernandes, 2675-372 Odivelas];
  • Loja do Cidadão - Posto da Câmara Municipal de Odivelas [Strada Shopping § Fashion Outlet - Loja 2.048, Estrada da Paiã, Patameiras, 2675-997 Odivelas]

Todos os interessados poderão enviar os seus contributos através do formulário de participação online Plano de Ação do Ruído – FORMULÁRIO DE PARTICIPAÇÃO, o qual também se encontra disponível, em suporte de papel, nos locais acima mencionados.

Qualquer esclarecimento poderá, ainda, ser solicitado através do e-mail: gt.ruido@cm-odivelas.pt

Ruído Ambiente

A poluição sonora é uma das principais causas de degradação da qualidade de vida das populações, particularmente no meio urbano. Os transportes são os principais responsáveis, embora o ruído de atividades industriais e comerciais possa assumir relevo em situações pontuais.

De acordo com vários estudos, é reconhecido que, para um mesmo nível sonoro, a percentagem de pessoas incomodadas é mais elevada relativamente ao tráfego aéreo, seguido do rodoviário e por último o ferroviário.

O ruído pode ter efeitos de natureza diversa, sendo que em regra a afetação do sistema auditivo só ocorre perante exposição prolongada a níveis sonoros elevados. Os efeitos mais frequentes relacionados com o ruído ambiente traduzem-se em sintomas físicos como perturbações do sono, stress, problemas no aparelho cardiovascular e digestivo, perturbações psicológicas, cansaço ou diminuição da capacidade de concentração e desempenho.

A prevenção e o controlo da poluição sonora constituem, deste modo, objetivos fundamentais para a salvaguarda da saúde e do ambiente.

Nesta perspetiva a legislação em vigor sobre esta matéria tem como objetivo prevenir e reduzir os efeitos prejudiciais da exposição ao ruído ambiente, designadamente o Decreto-lei n.º 146/2006 de 31 de Julho (que transpôs a Diretiva n.º 2002/49/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Junho, relativa à avaliação e gestão do ruído ambiente) e Decreto-lei n.º 9/2007, de 17 de Janeiro, retificado pela Declaração de Retificação n.º 18/2007 de 16 de Março e alterado pelo Decreto-Lei n.º 278/2007 de 1 de Agosto, que aprovou o novo Regulamento Geral de Ruído (RGR).

Estes diplomas definem, de uma forma global, uma política de prevenção e combate ao ruído, tendo em vista a salvaguarda da saúde e o bem-estar das populações.

Neste contexto, a Câmara Municipal de Odivelas com a colaboração do Grupo de Acústica e Controlo de Ruído da Associação para o Desenvolvimento do Instituto Superior Técnico (GACRADIST) elaborou em 2009 o Mapa de Ruído do concelho de Odivelas. Este mapa revelou o estado acústico no espaço global do concelho de Odivelas e identificou e quantificou as influências das fontes de ruído mais relevantes, contribuintes para o ambiente sonoro existente, constituindo elemento de acompanhamento do Plano Diretor Municipal.

Dando cumprimento à legislação em vigor, a avaliação do ruído ambiental foi realizada em função de dois parâmetros, Lden e Ln, sendo que este último integra matematicamente os parâmetros que caracterizam o ruído para três períodos do dia:

  • Ld é o nível sonoro médio de longa duração, para o período diurno (das 7h às 20h);
  • Le é o nível sonoro médio de longa duração para o período do entardecer (das 20h às 23h);
  • Ln é o nível sonoro médio de longa duração, para o período noturno (das 23h às 7h);
  • Lden indicador de ruído diurno-entardecer-noturno – indicador de ruído, expresso em dB(A), determinado durante uma série de períodos diurnos, do entardecer e noturnos, representativos de um ano, associado ao incómodo global.

Mapa de Ruído (2009)

An Adobe Acrobat file Mapa do Ruído Global (indicador Lden) de 2009
An Adobe Acrobat file Mapa do Ruído Global (indicador Ln) de 2009
An Adobe Acrobat file Relatório Não Técnico do Mapa de Ruído de 2009

 

Com base nos usos existentes e previstos foi elaborada a “Planta de Classificação Zonal de Ruído”.

An Adobe Acrobat file Planta de Classificação Zonal de Ruído

 

O subsequente cruzamento desta Planta com a Carta de Ruído permitiu proceder à identificação das zonas de conflito – Mapa de Zonas de Conflito, onde os níveis de ruído ultrapassam os limites sonoros fixados pelo RGR.

An Adobe Acrobat file Planta Indicativa de Execução - Intervenções Estruturantes
An Adobe Acrobat file Mapa de Zonas de Conflito - Indicador LDEN (nov 2014)
An Adobe Acrobat file Mapa de Zonas de Conflito - Indicador LN (nov 2014).pdf

 

O Município de Odivelas enquadra-se na definição de aglomeração (tem mais de 100 000 habitantes e uma densidade populacional superior a 2500 habitantes/Km2) prevista na Diretiva n.º 2002/49/CE e consequentemente no Decreto-lei n.º 146/2006 de 31 de julho, pelo que se encontra sujeito à elaboração do Mapa Estratégico de Ruído e do respetivo Plano de Ação.

Assim, em setembro de 2015 foram concluídos os Mapas Estratégicos de Ruído para o território do concelho os quais foram aprovados na 5ª Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal, realizada em 7 de abril 2016.

Mapa Estratégico de Ruído (2015)

An Adobe Acrobat file Mapa do Ruído Global (indicador Lden) de 2015
An Adobe Acrobat file Mapa do Ruído Global (indicador Ln)de 2015
An Adobe Acrobat file Relatório Não Técnico do Mapa de Ruído de 2015

 

Um MER define-se como um mapa para fins de avaliação global da exposição ao ruído ambiente exterior, em determinada zona, devido a várias fontes de ruído, ou para fins de estabelecimento de previsões globais para essa zona (artigo 3.º do Decreto-lei n.º 146/2006 de 31 de julho), sendo composto por uma compilação de dados sobre uma situação de ruído existente ou prevista em termos de um indicador de ruído demonstrando a ultrapassagem de qualquer valor limite em vigor, o número estimado de pessoas afetadas e de habitações expostas a determinados valores de um indicador de ruído em determinada zona (artigo 7.º do Decreto-lei n.º 146/2006 de 31 de julho). Os trabalhos desenvolvidos compreenderam principalmente as seguintes fases de trabalho:

  • Compilação de dados de base (cartográficos e relativos a fontes de ruído) atualizados e correspondentes à totalidade da área do Concelho de Odivelas;
  • Atualização do mapa de ruído de Odivelas, cuja versão mais recente datava de 2009 – produção de novos elementos referentes a fontes distintas e ao ruído global;
  • Cálculo do número de pessoas expostas aos diferentes intervalos de níveis sonoros do ruído ambiente, especificamente derivado do tráfego rodoviário, ferroviário e aéreo.

No seguimento da elaboração dos MER, o Município de Odivelas encontra-se a elaborar, em colaboração com o GACR-ADIST, os Planos de Ação, cujos objetivos são os seguintes:

  • Identificar as áreas onde os níveis de exposição ao ruído ultrapassam os limites legais e podem conduzir a efeitos nocivos na saúde humana;
  • Definir as necessidades de redução de ruído;
  • Identificar as responsabilidades – entidades gestoras ou concessionárias das Grandes Infraestruturas de Transporte e município;
  • Selecionar e implementar as medidas de redução sonora prioritária quando a causa do incumprimento é da responsabilidade do município.

Estes planos têm como fim prevenir e preservar a qualidade do ambiente, reduzir o ruído ambiente sempre que necessário (em especial quando os níveis de exposição sejam suscetíveis de provocar efeitos prejudiciais para a saúde humana) e de preservar a qualidade do ambiente acústico.


Atividades Ruidosas Permanentes, Atividades Ruidosas Temporárias e Ruído de Vizinhança

O Regulamento Geral de Ruído distingue entre outras fontes de ruído, as atividades ruidosas permanentes, as atividades ruidosas temporárias e o ruído de vizinhança.

Atividade ruidosa permanente – é uma “atividade desenvolvida com caráter permanente, ainda que sazonal, que produza ruído nocivo ou incomodativo para quem habite ou permaneça em locais onde se fazem sentir os efeitos dessa fonte de ruído, designadamente laboração de estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços”. São exemplos de atividades ruidosas permanentes atividades de restauração e bebidas, indústrias, oficinas, entre outras.

Atividade ruidosa temporária – é uma atividade que, “não constituindo um ato isolado, tenha carácter não permanente e que produza ruído nocivo ou incomodativo para quem habite ou permaneça em locais onde se fazem sentir os efeitos dessa fonte de ruído tais como obras de construção civil, competições desportivas, espetáculos, festas ou outros divertimentos, feiras e mercados”.

Ruído de vizinhança – é o “ruído associado ao uso habitacional e às atividades que lhe são inerentes, produzido diretamente por alguém ou por intermédio de outrem, por coisa à sua guarda ou animal colocado sob a sua responsabilidade, que, pela sua duração, repetição ou intensidade, seja suscetível de afetar a saúde pública ou a tranquilidade da vizinhança”.


Perante um problema de ruído e de acordo com o tipo de atividade ruidosa, deverá contactar as entidades indicadas de seguida:

Estabelecimentos de restauração e bebidas Câmara Municipal (Fiscalização)
Estabelecimentos de comércio não alimentar Câmara Municipal (Fiscalização)
Serviços Entidades licenciadoras, entre as quais a Câmara Municipal (Fiscalização)
Estabelecimentos industriais

IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação I.P;
Inspeção - Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território;
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo.

Infraestruturas de transporte Entidades gestoras
Veículos Autoridades policiais
Alarmes Autoridades policiais
Ruído de vizinhança Autoridades policiais
Atividades ruidosas temporárias Autoridades policiais
Obras no interior de edifícios destinados a habitação Autoridades policiais
Equipamentos coletivos de edifícios Câmara Municipal (Urbanismo)
Isolamento acústico Câmara Municipal (Urbanismo)

 

Atividades ruidosas temporárias

É proibido o exercício de atividades ruidosas temporárias na proximidade de:

  1. Edifícios de habitação, aos sábados, domingos e feriados e nos dias úteis entre as 20 e as 8 horas;
  2. Escolas, durante o respetivo horário de funcionamento;
  3. Hospitais ou estabelecimentos similares.

O exercício de atividades ruidosas temporárias pode ser autorizado, em casos excecionais e devidamente justificados, mediante emissão de licença especial de ruído pelo Município, que fixa as condições de exercício da atividade.

A licença é requerida pelo interessado com a antecedência mínima de 15 dias úteis relativamente à data de início da atividade. Deve ser preenchido o Pedido de Licença Especial de Ruído, que deverá indicar:

  1. a localização exata ou percurso definido para o exercício de atividade;
  2. datas de início e termo da atividade;
  3. horário;
  4. razões que justificam a realização da atividade naquele local e hora;
  5. as medidas de prevenção e de redução do ruído propostas, quando aplicável
  6. outras informações consideradas relevantes.

Obras no interior de edifícios

As obras de recuperação, remodelação ou conservação realizadas no interior de edifícios destinados a habitação, comércio ou serviços que constituam fonte de ruído apenas podem ser realizadas em dias úteis entre as 8 e as 20 horas, não se encontrando sujeitas à emissão de licença especial de ruído.

No entanto, o responsável pela execução das obras deve afixar em local acessível aos utilizadores do edifício a duração prevista das obras e, quando possível, o período horário no qual se prevê que ocorra a maior intensidade de ruído.


Legislação Aplicável

Diploma Legal

Regulamento Geral de Ruído - Decreto-Lei n.º 9/2007, de 17 de janeiro Estabelece o regime de prevenção e controlo da poluição sonora, visando a salvaguarda da saúde humana e o bem-estardas populações. Retificado pelaDeclaração de Retificação n.º18/2007, de 16 de março e pelo Decreto-Lei n.º278/2007, de 1 de agosto
Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios- Decreto-Lei n.º96/2008 de 09 de junho Estabelece o regime de prevenção e controlo da poluição sonora, visando a salvaguarda da saúde humana e o bem-estardas populações. Retificado pelaDeclaração de Retificação n.º18/2007, de 16 de março e peloDecreto-Lei n.º278/2007, de 1 de agosto
Decreto-Lei n.º146/2006, de 31 de julho Transpõe para a ordem jurídica interna a Diretiva n.º 2002/49/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de junho, relativa à avaliação e gestão do ruído ambiente
Decreto-Lei n.º221/2006, de 8 de novembro Estabelece as regras em matéria de emissões sonoras de equipamento para utilização no exterior, transpondo para a ordem jurídica interna a Diretiva n.º 2005/88/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 14 de dezembro

Contactos Úteis

Agência Portuguesa do Ambiente

Sociedade Portuguesa de Acústica

Agência Europeia do Ambiente

World Health Organization

Documentos

Perguntas Frequentes

Alergias e o Choupo Branco

O choupo branco provoca alergias?

O choupo branco (Populus alba) está referenciado como potencial causador de alergias, mas nos últimos anos generalizou-se a ideia que é o choupo o grande causador desta reação do sistema imunitário. No entanto, diversas outras espécies vegetais (árvores, arbustos e herbáceas), libertam pólens que causam reações alérgicas.

A espécie de árvore em questão tem a sua época de floração entre Março e abril, é portanto neste período que produz pólen. Este pólen poderá causar alergia em determinadas pessoas, mas apenas neste período.

O chamado "algodão" libertado pelo choupo depois da floração é a forma de dispersão da semente. Na maior parte dos casos este processo é associado à origem das alergias, pese embora a fase de dispersão da semente do choupo seja coincidente com a época de libertação de pólens das outras espécies. Daí que, erradamente, as alergias sejam atribuídas ao "algodão", porque é visível, e não ao pólen das outras espécies.

Na Primavera, poder-se-ão tomar algumas medidas preventivas, de forma a minorar os sintomas alérgicos ao pólen, nomeadamente, deverá haver um cuidado maior na limpeza dos espaços exteriores, que pode passar por molhar o chão dos terraços ou varandas. Outra medida que poderá ser tomada é permanecer com as janelas fechadas, nesta época do ano, pois evita a entrada dos pólens.

Inclusivamente, os médicos aconselham as pessoas que sofrem de alergias para, nesta época do ano, evitarem a frequência de jardins ou locais onde possam estar em contacto com agentes desencadeadores das reações alérgicas.

Por tudo isto, o abate de choupos, sempre que justificado pela responsabilidade na origem das alergias é absolutamente desnecessário, não só porque se perde património arbóreo, mas, e acima de tudo, porque a origem das alergias está em outras espécies, como as gramíneas (grupo de plantas que se caracterizam por apresentar a flor em forma de espiga) e que crescem um pouco por todo o lado, daí a denominação comum deste tipo de alergias ser "Febre dos Fenos".

Para mais informação consultar o site da Sociedade Portuguesa de Alergologia: www.spaic.pt

Deposição de baterias, lâmpadas, eletrodomésticos e equipamento elétrico

Que fazer a baterias, lâmpadas, eletrodomésticos e equipamento elétrico que já não utiliza?

A Valorsul é a entidade que recolhe estes resíduos e lhes dá o tratamento adequado.

Para saber como entregar qualquer destes materiais deverá contatar previamente o Ecocentro da Valorsul, através do telefone 217 542 250.

Os particulares podem semanalmente depositar as seguintes quantidades destes resíduos:

  • linha branca: frigorífica (< 2m³), outra (< 2m³);
  • equipamento elétrico e eletrónico – computadores, impressoras (< 1m³);
  • baterias (4 unidades)

Desinfestações

Em que locais a Câmara de Odivelas faz desratizações?

A Câmara de Odivelas promove periodicamente campanhas de desratização em toda a superfície e rede de esgotos do Concelho, nas escolas do 1º ciclo, jardins de infância, edifícios de habitação social, polidesportivos e instalações dos serviços municipais.


E em caso de infestação de espaços particulares?

Considerando que a Câmara Municipal não tem competência para atuar em propriedade privada, os particulares podem recorrer aos produtos existentes no mercado ou solicitar os serviços de uma empresa especializada em desinfestações.


Qual a importância do controlo da população de roedores?

Os roedores são transmissores de doenças, como a letospirose, provocam grandes danos estruturais e estragam grandes quantidades de alimentos.


Os produtos utilizados para as desratizações são tóxicos?

Os produtos utilizados não contêm toxicidade. Apenas são empregados anti-coagulantes que cumprem as recomendações da Organização Mundial de Saúde.


Os iscos constituem perigo para as crianças e animais de estimação?

Os iscos são colocados em locais e de forma a que sejam inacessíveis quer por crianças quer por animais de estimação.


Qual a importância do controle de baratas?

Os blatídeos são animais transmissores de inúmeras doenças, como é o caso de lesões e infeções urinárias, genitais e intestinais, abcessos e furúnculos e febre tifóide, lepra, entre outras.


Como eliminamos os blatídeos?

O tratamento à infestação por baratas é efetuado com recurso a gel nas escolas do 1º ciclo, jardins de infância, edifícios de habitação social, polidesportivos e nas instalações dos serviços municipais. No caso da superfície e esgotos é efetuada uma pulverização. Todos os materiais utilizados estão conforme as recomendações da Organização Mundial de Saúde.


Porquê fazer desinsetizações?

A Câmara Municipal de Odivelas promove campanhas de desinsetização em linhas de água, por forma a controlar a população de insetos voadores, responsáveis por infeções respiratórias, urinárias, da pele e digestivas, bem como gastroenterites.

EcoConselhos - Informação Ecológica

Reduzir, já! - Sabe como o fazer?

As sociedades atuais debatem-se diariamente com o problema da gestão dos resíduos urbanos (RU) e os danos que eles representam para o Ambiente. O fato é que todas as formas de tratar os RU têm associados índices de poluição.

Face a estes dados, o desafio que se impõe atualmente às sociedades é a diminuição efetiva da quantidade e perigosidade dos resíduos produzidos. Por isso, importa mudar comportamentos e atitudes e começar a pensar em Prevenção de Resíduos, desde a aquisição dos produtos.

O Departamento de Ambiente e Salubridade deixa aqui alguns conselhos para que possa diversificar as suas formas de colaboração:

  • Redução da quantidade de RU recorrendo a compras a granel ou de embalagem grande ou avulso;
  • Dar coisas que já não se utilizam, mas que estão em boas condições (vestuário, móveis, etc);
  • Optar por produtos com rótulo ecológico;
  • Diminuir o uso de pilhas e optar, sempre que possível, por pilhas recarregáveis;
  • Comprar embalagens de recarga; a utilização de recargas poupa matérias-primas e diminui os resíduos produzidos;
  • Usar sacos reutilizáveis (de pano ou rede);
  • Consertar eletrodomésticos;
  • Evitar a utilização de loiça plástica;
  • Evitar a utilização de produtos com embalagem de plástico ou com excesso de embalagem;
  • Sempre que possível, utilizar produtos reciclados, biodegradáveis ou recarregáveis;
  • Consumir produtos em garrafas de vidro, uma vez que o vidro é facilmente reciclado, optando por garrafas com depósito em vez de tara perdida;
  • Utilizar as folhas de papel dos dois lados;
  • Certificar-se que já não vai efetuar nenhuma alteração ao trabalho antes de imprimir;
  • Na cozinha utilizar panos em vez de toalhas de papel;
  • Utilizar papel reciclado, sempre que possível;
  • Beber água da torneira;
  • Pedir emprestado ou alugar as ferramentas.

Papel - Sabe como reciclar?

Para fabricar uma tonelada de papel novo são abatidas cerca de 20 árvores, consumidos 10 mil litros de água e 5 mil Kw/hora de eletricidade.

Já a produção de 1 tonelada de papel reciclado consome cerca de 1200 Kg de papel velho, 2 mil litros de água e 2,5 Kw/h de eletricidade. Ao mesmo tempo, reduz a quantidade de poluentes libertados para a atmosfera e água:

  • Aproveite ao máximo o papel;
  • Coloque um autocolante na caixa do correio informando que não pretende receber folhetos publicitários. A maior parte dos supermercados têm os folhetos disponíveis na internet;
  • Prefira papel reciclado;
  • Na cozinha substitua toalhas e guardanapos de papel por objetos iguais em tecido

Lixos e Entulhos - Conhece a lei?

A deposição indevida de lixos e entulhos é proibida pelo Regulamento de Resíduos Sólidos e Higiene e Limpeza de Espaços Públicos e punível com coima.

Caso se aperceba da deposição ilegal destes resíduos ou queira apenas comunicar a existência de lixo, deverá contatar de imediato a Divisão Jurídica e de Fiscalização Municipal.

Pneus - Sabe que são uma grande fonte de poluição?

Os pneus, se reciclados, podem constituir novos materiais, diminuindo o consumo de recursos naturais e a poluição, se abandonados demoram cerca de 150 anos a decompor-se. A queima da borracha liberta para a atmosfera metais pesados, dioxinas entre outros poluentes, que para além de causarem graves danos à saúde produzem gases responsáveis pelo aumento do Efeito de Estufa.

Quando adquire um pneu novo, paga a taxa "Ecovalor" destinada a contribuir para a valorização ou reciclagem desse mesmo pneu em final de vida.

Certifique-se que a sua oficina encaminha os pneus para um ponto de recolha da Valorpneu.

Ecopontos

Como fazer a separação do lixo?

Informação disponível na página dos Serviços Municipalizados de Loures.


A quem compete a recolha do lixo?

A remoção dos resíduos sólidos urbanos é da exclusiva competência dos Serviços Municipalizados de Loures.


Quem faz a recolha dos resíduos dos Ecopontos?

Compete aos Serviços Municipalizados de Loures efetuar a recolha e encaminhamento dos resíduos seletivos em todo o território do Concelho de Odivelas.


Quais os resíduos que os Serviços Municipalizados de Loures não recolhem?

Os Serviços Municipalizados de Loures apenas recolhem os resíduos sólidos urbanos. Todos os outros, como é o caso dos resíduos sólidos industriais, hospitalares contaminados, tóxicos ou perigosos têm formas de recolha mais específicas, que podem ser consultadas no site do Instituto dos Resíduos.

Entulhos

Que fazer quando um terreno baldio tem lixo e entulhos?

A deposição indevida de lixos e entulhos é proibida pelo Regulamento de Resíduos Sólidos e Higiene e Limpeza de Espaços Públicos e punível com coima.

Caso se aperceba da deposição ilegal destes resíduos ou queira apenas comunicar a existência de lixo, deverá contatar de imediato a Divisão de Fiscalização Municipal
(800 205 038).


Onde depositar o entulho resultante de obras?

Caso necessite de fazer obras deverá solicitar os serviços de uma empresa de aluguer de contentores, que efetuará o depósito dos entulhos em local adequado. Se tiver meio de transporte poderá entregar o entulho no Ecocentro da Valorsul, sempre em quantidade inferior a 1m3 por semana. Deverá contatar previamente o Ecocentro, através do telefone 217 542 250.

Limpeza pública

Em que locais a Câmara Municipal efetua ações de desmatação?

Os serviços de desmatação e corte de vegetação são efetuados em terrenos municipais, nos espaços públicos e nas bermas de estrada.


De quem é a responsabilidade de manter limpos os terrenos baldios?

De acordo com o Regulamento de Resíduos Sólidos e Higiene e Limpeza de Espaços Públicos, compete aos proprietários dos terrenos zelar pela sua limpeza, prevenindo o aparecimento de matagais que podem afetar a salubridade dos locais onde estão localizados ou potenciarem o risco de incêndio.


A quem compete zelar pela limpeza pública do Concelho?

As ações de varredura e lavagem manual, limpeza de sarjetas e sumidouros, limpeza mecânica, corte de mato e monda química, remoção de cartazes e publicidade, bem como o despejo, lavagem e desinfeção de papeleiras são competências da Câmara Municipal delegadas nas juntas de freguesia.

No âmbito das suas competências próprias, a Câmara Municipal procede à limpeza mecânica das vias e espaços públicos.

Medicamentos

Qual o melhor destino a dar aos medicamentos fora de prazo?

Os medicamentos sem uso devem ser entregues nas farmácias para serem reciclados ou valorizados pela Valormed, deixando, deste modo, de constituir um foco de contaminação junto do lixo orgânico.

Monos

Como pode desfazer-se de um móvel ao qual já não dá uso?

Há entidades privadas de solidariedade que aceitam mobiliário danificado, procedem ao seu restauro e vendem-no de forma a gerar fundos para a sua ação. Habitualmente estas entidades fazem recolha ao domicílio.

Caso prefira depositar os chamados “monos” ou “monos” junto ao caixote do lixo, convém contatar previamente a Divisão de Resíduos Sólidos dos Serviços Municipalizados de Loures (tel.: 219 839 980).

A colocação dos objetos deverá ser efetuada com respeito pelos dias de recolha de cada freguesia. Consulte aqui os dias

Óleos automóveis

O que fazer do óleo usado do seu carro?

Os óleos automóveis, quando abandonados na natureza, infiltram-se no solo, contaminando tudo à sua passagem, inclusivamente linhas de água e lençóis freáticos.

Se mudou o óleo ao seu carro, entregue o óleo usado no Ecocentro da Valorsul, contatando previamente o serviço através do tel.: 217 542 250. Pode entregar até 50 litros por semana.

Pneus

O que fazer a pneus usados?

Quando adquire um pneu novo, ao preço é acrescida a taxa “Ecovalor”, que se destina a contribuir para a valorização ou reciclagem desse mesmo pneu em final de vida.

Não deixe que os seus pneus se transformem em resíduos! Certifique-se que a sua oficina encaminha os pneus para um ponto de recolha da Valorpneu.

Resíduos verdes e de jardim

Qual o melhor destino para resíduos verdes e de jardins?

Queimar resíduos verdes e os resultantes de limpezas de jardins é proibido, ao abrigo do Regulamento de Resíduos Sólidos e Higiene e Limpeza de Espaços Públicos. A queima destes materiais produz gases responsáveis pelo aumento do Efeito de Estufa.

O destino correto para os resíduos verdes e de jardins é o depósito no Ecocentro da Valorsul, onde serão encaminhados para destino adequado. Se preferir pode depositá-los junto ao caixote do lixo, contatando previamente a Divisão de Resíduos Sólidos dos Serviços Municipalizados de Loures (tel.: 219 839 980).


Contactos e Horários: Divisão de Gestão Ambiental