Áreas de Intervenção

Serviços e Equipamentos Municipais

Serviço Municipal de Proteção Civil

 

Competências e Estrutura do Serviço

São atribuições do Serviço Municipal de Proteção Civil:

  1. Assegurar a articulação e colaboração com a autoridade de proteção civil existente a nível central, bem como demais agentes de Proteção Civil;
  2. Assegurar o cumprimento das competências decorrentes da Lei de Bases da Proteção Civil adaptada à escala Municipal;
  3. Acompanhar e promover as ações concernentes às Associações de Bombeiros Voluntários existentes na área do Município, nomeadamente no acompanhamento e apoio, financeiro ou outro;
  4. Identificar as situações de maior risco potencial na área do Município, promovendo a elaboração, revisão e atualização do Plano Municipal de Emergência e demais Planos de Emergência Específicos julgados convenientes;
  5. Coordenar o sistema operacional de intervenção de Proteção Civil, assegurando a comunicação com os Órgãos Municipais e outras entidades públicas;
  6. Colaborar, sempre que solicitado, na elaboração de planos de emergência externos;
  7. Implementar e coordenar a Rede Municipal de Voluntários de Proteção Civil;
  8. Gerir o Parque Municipal de Emergência;
  9. Requerer, em situação de emergência e sempre que se julgue de elevada pertinência, a colaboração de outros serviços da Câmara Municipal solicitando a sua intervenção imediata, garantindo a funcionalidade e a eficácia do sistema de proteção civil na resposta às situações de emergência;
  10. Apoiar os estabelecimentos de ensino, públicos ou particulares e demais instituições ou entidades, na elaboração dos seus Planos de Emergência;
  11. Assegurar o alojamento e a assistência imediata e transitória das populações vítimas de acidentes graves, catástrofes ou calamidades decorrentes de fenómenos naturais ou antrópicos;
  12. Manter a operacionalidade da rede de Rádio Municipal;
  13. Promover a realização, pelas entidades legalmente competentes, de vistorias a unidades económicas, instituições sociais e outras, no que respeita a condições de risco propiciadoras de catástrofes;
  14. Promover a adequada informação e sensibilização dos cidadãos relativamente às questões da Proteção Civil, através de campanhas gerais de prevenção e sensibilização;
  15. Ministrar ações sensibilização nas Escolas e em outras entidades, públicas e privadas;
  16. Gerir a Escola Municipal de Proteção Civil;

Importa assim realçar que o SMPC centra a sua Atividade em três grandes vertentes de acordo com a missão da PC e de acordo com a sua micro-estrutura: proteger e socorrer as pessoas

Plano Municipal de Emergência

Os planos de emergência de proteção civil são documentos formais nos quais as autoridades de proteção civil, nos seus diferentes níveis, definem as orientações relativamente ao modo de atuação dos vários organismos, serviços e estruturas a empenhar em operações de proteção civil. A reposição da normalidade das áreas afetadas constitui outro dos seus objetivos, de forma a minimizar os efeitos de um acidente grave ou catástrofe sobre as pessoas, bens e o ambiente.

A eficaz gestão de uma situação de emergência de proteção civil regula-se com um bom planeamento e deverá ter por base um plano de emergência simples, flexível, dinâmico, preciso e adequado às características locais.

Por outro lado, o seu conteúdo não pode assumir-se como irrevogável: as constantes mudanças sociais, geográficas, técnicas, logísticas e mesmo operacionais terão de ser constantemente refletidas no documento, numa lógica de melhoria contínua. Os planos de emergência de proteção civil são, assim, documentos desenvolvidos com o intuito de organizar, orientar, facilitar, agilizar e uniformizar as ações necessárias à resposta. Como tal, deverão permitir antecipar os cenários suscetíveis de desencadear um acidente grave ou catástrofe, definindo, de modo inequívoco, a estrutura organizacional e os procedimentos para preparação e aumento da capacidade de resposta à emergência. A elaboração de planos de emergência de proteção civil é regulada pela Diretiva relativa aos critérios e normas técnicas para a elaboração e operacionalização de planos de emergência de proteção civil, constante da Resolução nº 25/2008 da Comissão Nacional de Proteção Civil, publicada no Diário da República de 18 de Julho de 2008.

Tendo por base o exposto e, porque entendemos que uma constante atualização e adequação do Plano à realidade serão fundamentais na boa atuação em casos de emergência, este Plano inclui uma vasta análise de risco e complementares medidas de atuação, com vista à resiliência do Município e consequente reposição da normalidade.

Assim, Odivelas procedeu à revisão do seu Plano, aprovado em 2010, tendo a Comissão Nacional de Proteção Civil, através da sua Resolução n.º 39/2015, publicada a 18 de Agosto de 2015, no Diário da República, 2ª série, aprovado a 1ª Revisão do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil de Odivelas.

Pais e Educadores

Neste espaço, pretendemos dar a conhecer algumas medidas preventivas bem como recomendações que visem fortalecer a segurança infantil.

Assegure-se que o seu filho sabe o seu nome completo, a morada e pelo menos o número de telefone de um dos pais.

Em Casa

Evite deixar o seu filho sozinho em casa, mas se tiver de o fazer, assegure-se de algumas situações:

  • Afixe os números de telefone importantes junto do equipamento ou, no caso do seu filho ter telemóvel, memorize os números mais importantes, atribuindo-lhes uma tecla de marcação rápida (por exemplo: 2 - Mãe, 3 - Pai, 4 - PSP, etc.);
  • É importante ensinar ao seu filho que, sempre que atenda o telefone nunca diga se está sozinho em casa;
  • Não deixe ao alcance das crianças os fósforos, isqueiros, medicamentos e outras substâncias tóxicas (detergentes, pesticidas, etc.), bebidas alcoólicas;
  • Nunca guarde detergentes ou produtos tóxicos sem ser nas suas embalagens originais. Guardar, por exemplo, lixívia, numa garrafa de água mineral, pode ser fatal;
  • Se possuir armas e munições em casa, guarde as descarregas e as munições em local separado e fechado à chave;
  • Previna os incêndios: não sobrecarregue extensões e tomadas elétricas. Poderá provocar um curto-circuito. Se lhe for possível, equipe a sua casa com detetores de incêndios;
  • Prepare em conjunto com o seu filho uma caixa de primeiros socorros, explicando-lhe para que serve cada artigo e em que situação o deve utilizar: desinfetante líquido, pensos, compressas e ligaduras de diferentes tamanhos, adesivo, tesoura (sem bicos) e um creme hidratante.

Plano de Emergência Familiar

Prepare a sua casa e a sua família para a emergência:

  • Fixe os móveis à parede e coloque as coisas mais pesadas nas prateleiras mais rentes ao chão;
  • Tenha sempre pronto e em perfeitas condições (vá verificando regularmente as validades) um Kit de Emergência, constituído por: Comida enlatada; Água; Rádio a pilhas; Lanterna; Pilhas de reserva; Extintor; Estojo de Primeiros Socorros; Medicamentos essenciais à família; Agasalhos; Calçado resistente;
  • Converse, em família, acerca dos locais mais seguros da casa e estabeleça para cada elemento do agregado familiar o seu local de abrigo. Isto evitará, por hipótese, que toda a família se vá abrigar debaixo da mesma ombreira da porta;
  • Ensine os seus filhos a desligar a água, a luz e o gás.

Na Internet

Nos dias de hoje, a Internet é um instrumento fundamental e, cada vez mais cedo, crianças e jovens a ela recorrem. Por isso, constitui também um foco de perigo, na medida em que cada vez são mais conhecidas situações que vulnerabilizam e colocam em rico essas mesmas crianças e jovens. Assim, tome algumas medidas tendentes a controlar a utilização da Internet:

  • Coloque o computador num local de fácil acesso a toda a família, evitando por isso que os seus filhos se tranquem no quarto, o que lhe dificultará verificar que sítios consultam;
  • Utilize a Internet com os seus filhos; Demonstre-lhes que percebe de navegação e ensine-os a utilizar a Internet de forma responsável. Partilhe com eles os seus sítios preferidos, pedindo-lhes também que lhe mostrem os deles;
  • Estabeleça limites horários para a utilização da Internet;
  • Instale uma firewall, que filtre o acesso à informação;
  • Informe-se sobre as condições de segurança existentes na escola, ATL's, etc., relativamente ao acesso à Internet;
  • Esteja atento a alguns sinais de alerta no comportamento do seu filho:
    • Despende muito tempo na Internet e muda de página ou desliga o computador quando alguém se aproxima;
    • Faz e recebe chamadas/sms de desconhecidos - nunca se sabe se poderá estar a marcar encontros;
    • Aumenta o secretismo e isola-se da famíla.

Formação

O conhecimento teórico dos riscos que corremos já não é suficiente e, todos os dias, assistimos a uma procura de informação sobre o que fazer face à possibilidade de ocorrência desses riscos.

É então notória a preocupação de incrementar os níveis de conhecimento pois cremos que uma população esclarecida é uma população mais protegida, fortalecida e interventiva.

A preocupação anteriormente referida traduz-se no desenvolvimento de esforços de PREVENÇÃO e PLANEAMENTO, considerando ser já insuficiente o simples conhecimento de medidas de socorro adequadas.

A população escolar é uma população mais vulnerável dada a franja etária que abrange, motivo pelo qual terão de ser os adultos (docentes e auxiliares) a zelar pela sua proteção e salvaguarda das questões de segurança.

Nesse sentido, o SMPC cumpre o seu papel de ligação à comunidade colocando à disposição de todos o conhecimento que detém.

Sendo a realidade das escolas e de outras entidades (públicas ou privadas) diversificada, nem sempre os conteúdos se lhes adaptam na perfeição, por isso, aqueles que aqui apresentamos são indicativos da formação ministrada por este serviço, podendo ser adaptados às necessidades específicas de cada entidade.

atualmente possuímos os seguintes cursos/ações de formação:

Riscos e Medidas de Autoproteção

Riscos Naturais

Sismos

O que são

Os sismos, que podem também ser apelidados de tremores de terra ou terramotos, são resultantes do movimento das placas tetónicas, movimento esse que origina acumulação de energia no interior da crusta terrestre. Quando essa energia é libertada de forma rápida, sob a forma de ondas sísmicas, sente-se um "estremecimento" à superficie. É nessa altura que pode ocorrer a queda de objetos nos edifícios ou, de forma mais gravosa, o dano ou colapso de edifícios e outras estruturas (pontes, viadutos, barragens).

Os sismos têm uma duração reduzida, que pode ir de alguns segundos a poucos minutos. Sucede porem que, algumas vezes, um abalo não vem só, isto é, podem verificar-se réplicas.

As réplicas podem ou não ter maior magnitude/duração que o primeiro abalo.


Escalas de medição

Escala de Magnitude de Richter - Esta é uma escala quantitativa, composta por 9 graus, que mede a magnitude do sismo, ou seja, a quantidade de energia libertada no foco ou epicentro do sismo.

Escala de Intensidades de Mercalli Modificada - A escala de Mercalli mede a intensidade do sismo, o mesmo é dizer que mede a perceção que as pessoas têm do sismo bem como os danos por ele causados à superfície (estruturas, prédios, etc.). Com 12 graus, esta escala é qualitativa. Ver escala


Tsunami

O termo tsunami é japonês e significa onda de porto. A energia desta onda origina uma perturbação de toda a massa de água, desde a superfície até ao fundo do mar e normalmente ocorre devido à ocorrência de um sismo. Assim, o tsunami é então uma onda gigante, que em alto mar pode ter cerca de 1 metro mas que na linha de costa pode atingir mais de 10 metros e causar enorme destruição.


Previsão de sismos

Por serem repentinos, ainda não é possível prever onde e quando vai ocorrer um sismo.


O que Fazer

Durante:

Dentro de edifícios: Não correr para a rua pois as saídas e escadas podem estar obstruídas; Nunca utilizar os elevadores; Ficar afastado de janelas, espelhos, candeeiros ou móveis; Proteger-se no vão de uma porta interior, no canto de uma sala, debaixo de uma mesa ou mesmo de uma cama.

Na rua: Dirigir-se para um local aberto com calma e serenidade; Ficar afastado dos edifícios, sobretudo dos velhos, altos e isolados, dos postes de eletricidade, de taludes ou muros que possam desabar ou de outros objetos que possam cair; Ficar afastado de praias e margens de rios pois pode ocorrer uma onda gigante - Tsunami.

Após:

Manter a calma e não sair repentinamente para a rua; Cortar água, luz e gás; Não acender isqueiros ou fósforos e utilizar a lanterna elétrica; Não utilizar o telefone; Proteger a cabeça com alguma coisa resistente, pois poderão cair objetos; Verificar se há feridos e prestar auxílio. Se os ferimentos forem graves, chamar o 112.

Trovoadas

O que são

Durante a ocorrência de uma trovoada, os raios percorrem sempre o menor caminho até à superfície onde atingem o objeto a maior altitude. Esses objetos tanto podem ser edifícios, árvores altas ou até uma pessoa que esteja em espaço amplo e aberto.


O que Fazer

Fora de casa : Abriga-se em edifícios que estejam protegidos por pára-raios. Evitar as árvores, pedras grandes e fendas rochosas; Não se aproximar de postes elétricos ou telefónicos, ou quaisquer outros objetos metálicos; Não permanecer em campos abertos; Não permanecer perto ou dentro de água; Afaste-se dos objetos de metal e retire qualquer peça de metal que traga consigo; Afaste-se igualmente de equipamentos metálicos - tubos, ferrovias, etc.; Se estiver longe de edifícios, desloque-se para dentro de um carro, não descapotável, e evite o contacto com o metal; Se não encontrar qualquer abrigo, agache-se ou ajoelhe-se com as mãos nos joelhos; Se estiver numa área florestal procure abrigo numa zona de baixa altitude debaixo de um conjunto denso de arbustos.

Em casa: Não sair; Desligar os eletrodomésticos e a antena de televisão das tomadas; Não usar o telefone, exceto em caso de emergência; Manter portas e janelas (incluindo persianas) fechadas; Evite tomar banho ou deixar água a correr.

Cheias

O que são

Normalmente, as cheias ocorrem devido à existência de precipitações moderadas e permanentes ou, em oposição, por precipitações repentinas e de elevada intensidade. Uma vez que os caudais dos cursos de água se veem aumentados, as cheias consistem assim no transvaze das águas do seu leito normal, provocando assim a inundação das margens e das áreas vizinhas.


O que Fazer

Durante: Manter a calma e seguir as orientações que forem transmitidas, especialmente em caso de evacuação.

No regresso a casa: Ajudar e/ou facilitar o trabalho das equipas de limpeza e desobstrução de via pública; Verificar a eletricidade e o gás através de um técnico especializado.

Vaga de Calor

O que é

Uma vaga de calor corresponde a um período de alguns dias, normalmente no Verão, onde as temperaturas máximas são superiores à média normal para a época.


Porque nos podemos sentir mal com o calor?

O nosso organismo, para estar em equilíbrio, necessita de ter perdas e produção de calor idênticas. Se a temperatura ambiente subir para valores muito elevados, o nosso organismo transpira e liberta calor. Se essas perdas de água no organismo não forem compensadas por ingestão de líquidos, podemos sofrer desidratações graves.


Grupos de Risco

Os bebés, idosos e doentes acamados são especialmente sensíveis às variações de temperatura.
No caso dos Idosos, a regulação da temperatura corporal processa-se de forma mais difícil, motivo pelo qual, poderão desidratar com maior facilidade.
Atenção que uma boa hidratação nos idosos diminui o risco de doenças do coração e cardiovasculares, inclusive tromboses.


Efeitos do Calor no Organismo

Aumento das cãibras musculares; Exaustão pelo calor: dores de cabeça, náuseas, vómitos, tonturas, fraqueza, cãibras, pele húmida e pálida, temperatura corporal normal ou ligeiramente aumentada.


O que fazer se tiver estes sintomas

Repouse num ambiente fresco; Dispa as roupas apertadas; No caso de cãibra, massaje os músculos afetados para aliviar a dor; Beba água, devagar e durante várias horas.


O que fazer

Ingira água com maior regularidade ainda que não sinta sede, pois evitará desidratar; Não beba bebidas alcoólicas; Faça refeições ligeiras: sopas frias ou tépidas, saladas, grelhados, comidas com pouca gordura e pouco condimentadas, acompanhadas de preferência com água, chá fraco ou outros líquidos não açucarados;" Use roupas leves, largas e de cores claras, pois as cores escuras absorvem maior quantidade de calor; Evite usar vestuário com fibras sintéticas uma vez que provocam transpiração, o que pode levar à desidratação; Evite sair à rua nas horas de maior calor, mas se tiver de o fazer, proteja-se usando um chapéu ou um lenço; Evite realizar Atividades que exijam muito esforço físico, bem como evite estar em pé muito tempo, especialmente em filas e ao sol; Se estiver em casa durante o dia, abra as janelas e mantenha as persianas semicorridas, pois permitirá a circulação de ar; Durante a noite, abra bem as janelas para refrescar a casa; Se tiver de viajar de carro, escolha as horas de menor calor para o fazer;

Vaga de Frio

O que é

As vagas de frio são produzidas por uma massa de ar frio e geralmente seco e tornam-se perigosas por, normalmente, estarem associadas a quebras de temperatura bruscas, podendo estar igualmente associadas a outros fenómenos meteorológicos, como ventos fortes ou a formação de gelo.


O que fazer

Procure manter-se em locais quentes; Use várias camadas de roupa e evite roupa ajustada ao corpo; Mantenha portas e janelas fechadas e verifique se estas estão devidamente calafetadas; Mantenha-se atento aos noticiários da Meteorologia e às indicações da Proteção Civil transmitidas pelos órgãos de comunicação social; A sobrecarga de equipamentos elétricos (por exemplo de aquecimento) em redes domésticas não preparadas para o efeito pode ocasionar alterações violentas nas estruturas elétricas com eventual ocorrência de incêndios nas habitações; Ter em conta os riscos associados à permanência junto a braseiros existentes em lugares fechados sem renovação de ar, dada a possibilidade de ocorrer uma combustão incompleta com produção de gases tóxicos e mortais; Certifique-se que deixa as lareiras apagadas quando sai de casa e/ou quando se vai deitar.

Se tiver de sair de casa: Proteja o rosto. Evite a entrada de ar extremamente frio nos pulmões; Mantenha as roupas secas; Evite caminhar em zonas com gelo/geada por forma a evitar o risco de queda; Os idosos, crianças e pessoas com dificuldades de locomoção não devem sair de casa; O frio afeta a circulação sanguínea, pelo que deve evitar esforços excessivos que possam obrigar o coração a um maior esforço; Evite as bebidas alcoólicas; Beba bebidas quentes e ingira refeições quentes.

Se viajar de automóvel: Evite deslocações desnecessárias principalmente para locais mais afetados pelo frio, gelo e geada. Sempre que possível utilize os transportes públicos; Se tiver de viajar, faça-o de dia e mantenha o rádio ligado para ouvir as informações meteorológicas ou de trânsito.

Seca

O que é

Simplisticamente, a seca é caracterizada pela escassez de água derivada essencialmente pela falta de precipitação.

As secas são fenómenos lentos, ou seja, ao contrário de uma cheia que pode ocorrer em poucas horas, as secas progridem de forma mais lenta e arrastada no tempo. Contudo, a ausência prolongada de precipitação não determina necessariamente a ocorrência de uma seca.

Na perspetiva da Proteção Civil, a seca caracteriza-se pelo défice entre as disponibilidades hídricas do País e as necessidades de água para assegurar o normal abastecimento público.


O que fazer

Canalização: Não deixe as torneiras a pingar; Mantenha em bom estado a canalização de torneiras, autoclismo e máquinas (mande arranjá-los de perderem água); Se um cano rebentar chame de imediato um canalizador; Se detetar uma fuga de água na via pública (rua ou jardim avise a Câmara Municipal ou os SMAS.

Casa de banho: Evite os banhos de emersão; Tome duches rápidos e não deixe a água a correr enquanto de ensaboa; Feche a torneira enquanto escova os dentes ou se barbeia; Descarregue o autoclismo só quando for necessário, não o utilize como caixote do lixo; Reduza a quantidade de água por cada descarga do autoclismo. Para tal coloque no depósito uma garrafa de plástico cheia de água ou opte por um autoclismo com depósito duplo.

Cozinha: Na compra de eletrodomésticos opte pelos de menor consumo de água e eletricidade; Utilize as máquinas de lavar roupa e loiça com a carga completa. Uma máquina cheia consome menos água do que duas com a carga incompleta; Quando tiver pouca quantidade de roupa lave-a à mão. Aproveite alguma água para lavar o chão; Se lavar a loiça manualmente utilize a bacia do lava-loica ou um alguidar. Evite lavá-la em água corrente mas, se o fizer, não deixe a água a correr continuamente. Antes da lavagem pode limpar a loiça com um papel e deixa-la "de molho".

Jardim: Nunca regue o jardim nas horas de maior calor; Se regar de manhã cedo ou à noite poupa a água que se perde com o calor do sol; Se possível faça a rega com água de poços e ribeiros, recupere a água da chuva ou reutilize a de uso doméstico (ex: de lavagem de fruta e legumes)
" Há plantas que necessitam de pouca água, evite rega-las sem necessidade; Opte pelo cultivo de plantas típicas da região porque estão melhor adaptadas ao clima; Cubra a terra do jardim com casca de pinheiro ou outro material apropriado. Desta forma diminui-se o contacto direto da luz solar com o solo, conservando a humidade da terra; Se tiver piscina cubra-a quando não estiver a ser utilizada e limpe o filtro frequentemente.

Lavagem do carro: Reduza o consumo de água na lavagem do carro. Procure lavá-lo com menos frequência; Opte por baldes de água; evite a utilização da mangueira mas, caso o faça, feche a torneira quando não estiver a utilizar a água; O que fazer durante a seca; Redobre os cuidados com a poupança de água; A seca pode dever-se à ausência ou diminuição de chuva ou, então, à dificuldade ou impossibilidade de fazer chegar a água às nossas casas, campos agrícolas ou indústria; Não encha tanques ou piscinas, pode estar a gastar água necessária a outras pessoas; Feche ligeiramente as torneiras de segurança de modo a diminuir o caudal de água; Em caso de cortes de fornecimento de água armazene só a quantidade que vai necessitar. Se lhe sobrar água não a deite fora, reutilize-a; Durante uma seca a qualidade da água pode deteriorar-se. Em caso de dúvida ferva-a durante dez minutos antes de a beber; Controle os seus gastos através de uma leitura regular do contador e da factura da água.

Incêndio Florestal

O que é

Infelizmente, Portugal é todos os anos assolado por inúmeros incêndios florestais, muitos deles com efeitos naturais e económicos devastadores.

Apesar de serem considerados catástrofes naturais, grande número dos incêndios florestais tem origem criminosa.

Há diversos fatores condicionantes da propagação do fogo, a saber:

Direção e intensidade do vento; Humidade relativa; Temperatura; Tipo de coberto vegetal; Grau de secura do coberto vegetal; Orografia do terreno; Acessos dos meios de socorro ao local do incêndio; Rapidez de intervenção (do alerta à chegada dos meios).


O que fazer

Contatar em primeiro lugar os Bombeiros da área, ou na sua impossibilidade ligar 117 ou 112; Se for possível e não o colocar em perigo, tentar apagar de imediato o foco de incêndio com ramos, extintores, pás ou enxadas; Retire o seu carro dos acessos ao local do incêndio por forma a facilitar a passagem dos meios de socorro; Se testemunhar situações anormais, tomar nota das pessoas, marcas, cores e matrículas dos veículos e relatá-las às autoridades competentes.

Se o incêndio for perto da sua casa: Avise os vizinhos; Desligue de imediato o gás e a eletricidade; Molhe as parede da casa e vegetação circundante; Solte os animais. Eles sabem como pôr-se a salvo!; Não perca tempo a tentar salvar objetos pessoais; Em caso de evacuação, ajude crianças e idosos; Nunca volte para trás!

Se ficar rodeado por um incêndio: Fuja na direção contrária ao vento; Refugie-se num local com pouca vegetação ou preferencialmente numa zona com água, se a houver; Cubra-se com roupas molhadas; Mantenha-se o mais junto ao chão possível. O fumo é mais leve e tem tendência a subir, o que faz com que o ar junto ao solo seja mais respirável; Se não conseguir abandonar o local pelos próprios meios, aguarde a chegada dos bombeiros.


Prevenção

Sempre que estiver numa floresta: Deitar sempre o lixo num recipiente próprio; Fazer fogueiras só em locais autorizados e manter limpas as áreas envolventes; Não deitar cigarros ou fósforos mal apagados para o solo; Denunciar eventuais riscos de incêndio.

Se reside numa área florestada: Limpe periodicamente os matos envolventes.

Tenha atenção ao seguinte: O Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 junho, republicado no Decreto-Lei 17/2009 de 14 de janeiro, estabelece as medidas e ações a desenvolver no âmbito do Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios; O mesmo diploma define no artigo 3º, alínea x) QUEIMA como o "uso de fogo para eliminar sobrantes de exploração, cortados e amontoados". Na alínea z) do mesmo artigo, define QUEIMADA como "o uso de fogo para renovação de pastagens e eliminação de restolho e ainda, para eliminar sobrantes de exploração cortados mas não amontoados"; A realização de queimadas só é permitida após licenciamento pelo Câmara Municipal de Odivelas, na presença de técnico credenciado em fogo controlado ou, na sua ausência, de equipa de bombeiros ou de equipa de sapadores florestais (artigo 27º). Em todos os espaços rurais e durante o período crítico, não é permitido queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração. Fora do período crítico e desde que se verifique o índice de risco temporal de incêndio de níveis muito elevado e máximo, mantêm-se as restrições para realização de queimas. (artigo 28º).

Riscos Antrópicos/Tecnológicos

Incêndio Urbano

O que fazer

Antes: Manter os isqueiros e fósforos longe das crianças; Apagar bem os fósforos usados antes de os deitar para o lixo; Nunca montar esquentadores na casa de banho; Deixar a instalação de garrafas de gás a cargo de técnicos especializados; Nunca guardar garrafas de gás em caves; Nunca movimentar garrafas de gás sem fechar a válvula de segurança; Nunca deitar garrafas de gás; Acender sempre o fósforo antes de ligar o gás; Nunca sair de casa, ainda que por pouco tempo, deixando o fogão ou o ferro de engomar ligado; Manter a instalação elétrica em boas condições de modo a evitar curto-circuitos. Não fumar quando tem sono; Não por a roupa a secar em cima de aquecedores.

Durante: Nunca deitar água numa frigideira onde surjam chamas; abafá-las ou apagá-las com um extintor; Se sentir cheiro a gás, desligar o fogão, o esquentador e os aquecedores; Abrir as janelas e chamar um técnico para examinar o problema; Se o fogo for numa instalação ou aparelhos elétricos, desligar imediatamente a eletricidade; caso seja impossível, não tentar extinguir o fogo com água, mas sim com um extintor ou abafá-lo com um cobertor, terra ou areia; Se o fogo for produzido por uma fuga de gás, cortar a alimentação do combustível assim que seja possível e em segurança; caso contrário, deixar arder a fuga de gás e extinguir a chama; Fechar portas e janelas de modo a evitar a propagação das chamas pelas correntes de ar; Não abrir uma porta sem verificar se esta está quente, sinal de que há um incêndio por trás dela, ou se sai fumo por baixo; Se o fogo sobe por uma parede, combate-lo pela base; se se verificar no chão, extingui-lo antes de avançar; Se o fumo entrar por baixo de uma porta, calafetá-la com panos húmidos e abrir a janela da divisão da casa onde se encontra.

Depois: Quando se deslocar através do fumo, caminhe de gatas, protegendo o rosto com um pano húmido e respire através dele; Não voltar atrás para buscar quaisquer objetos.

Acidente Industrial Grave

O que fazer

Em casa: Calafetar portas e janelas por forma a impedir a entrada de gases perigosos.

Durante: Seguir e fazer seguir sem reservas as instruções difundidas pelas autoridades de Proteção Civil;

Se houver libertação de gases tóxicos: Fechar portas e janelas; Em caso de odores estranhos, molhar a cara com um lenço e respirar através dele; Em caso de queimaduras ou ardor nos olhos, tomar duches com água fria; No caso de estar a conduzir, não ligar a ventilação do automóvel.

Acidentes domésticos: fugas de gás

Comportamentos a EVITAR

Instalar esquentadores na casa de banho; Sair de casa com o esquentador ligado ou com o fogão em funcionamento; Pendurar roupa ou outros objetos nos tubos de gás; Guardar as botijas de gás em caves ou junto a fontes de calor; Deitar as botijas de gás. A ideia de que deitadas "rendem" mais um bocadinho é errada e constitui um perigo. Por isso, coloque-as sempre com o redutor para cima; Deixar aberta a válvula de segurança do contador (gás canalizado) ou do redutor (gás de botija), quando se ausentar.


O que fazer se sentir o cheiro a gás

Abrir portas e janelas; Fechar as válvulas de segurança; Não fazer lume nem fumar; Não ligar os interruptores; Não desligar os aparelhos elétricos das tomadas; Retirar da habitação a bilha com fuga e levá-la para um local ao ar livre; Nunca usar chamas para localizar a fuga de gás pois assim poderá provocar uma explosão. Use água com sabão.


Contactos e Horários: Serviço Municipal de Proteção Civil

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