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A Revolução Industrial no final do século XIX e a consequente necessidade de mão-de-obra provocou a vinda para Lisboa de muitas famílias originárias do interior norte e sul de Portugal. Este movimento populacional e a não existência de condições de alojamento, provocou a imperiosa necessidade de construir habitações.
Para dar resposta a esta nova realidade foram construídas em toda a área da Grande Lisboa, várias vilas operárias, ou seja, bairros de casas quase sempre edificados segundo a mesma tipologia.
Em Olival Basto foram edificadas cinco vilas operárias, das quais quatro ainda mantêm algumas das suas características: a Vila Carinhas, a Vila Gordicho, a Vila Nova de Carriche e a Vila Amália.
Esta última, a maior das vilas operárias de Olival Basto, tem vinte e duas habitações, todas de piso térreo e com telheiro à entrada, elemento distintivo das demais. Foi nesta vila que se instalou a primeira escola desta povoação.
Rua Angola, Olival Basto