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Ao contrário das suas congéneres tropicais, as orquídeas silvestres portuguesas são de um modo geral muito pequenas, confundindo-se com a paisagem à sua volta. As suas flores, quando observadas com atenção, revelam-nos características extraordinárias e uma grande beleza.
Algumas espécies de orquídeas silvestres exalam aromas semelhantes a feromonas* da família de insetos e atraem-nos pelo cheiro.
Estas plantas, crescem no solo preferencialmente em clareiras ou em zonas pouco arborizadas.
Pela sua raridade e delicadeza as orquídeas silvestres não devem ser apanhadas de modo a evitar a sua extinção.
Todas as espécies de orquídeas portuguesas estão ameaçadas e protegidas pelo Regulamento (CE) nº338/97 do Conselho, de 9 de dezembro de 1996 (Anexo B).
*substâncias químicas produzidas por organismos para comunicar informações aos membros da mesma espécie.
Abelhão ou Erva-Espelho
Abelhinha ou Erva-Vespa
Erva-Abelhão ou Erva-Vespa-Rosa
Erva-Moscardo ou Moscardo-Maior
Flor-dos-Macaquinhos
Heleborina-Branca
Rapazinhos
Satirião-Menor ou Orquídea-Piramidal